domingo, 27 de maio de 2012

Vigão motorista de carro-forte foge com R$ 400 mil em São Paulo

Vigão motorista de carro-forte foge com R$ 400 mil em São Paulo!

26/05/12:



quarta-feira, 23 de maio de 2012

Recapitulando No inicio de 2012 em Brasilia



Os Vigilantes de Brasilia em Janeiro de 2012 encerraram a greve que se deu inicio em 26 de Janeiro.


Publicação: 30/01/2012 19:09
 




Os vigilantes do Distrito Federal (DF) decidiram encerrar a greve nesta segunda-feira (30/1) após acordo com o sindicato patronal da categoria.
 
um reajuste salarial de 20% para a categoria, já incluindo o percentual referente ao adicional por risco de vida. Assim, o salário que antes era de R$ 1.322,70, somando com o risco de vida, agora será de R$ 1.587,24. Com relação ao auxílio-alimentação, o valor passará de R$ 13,50 para R$ 17,00 por dia trabalhado. Já sobre o plano de saúde, não houve qualquer alteração, embora o presidente do Sindesv-DF, Jervalino Rodrigues Bispo, acredite que essa questão deverá ser retomada e discutida. “Em até 60 dias, vamos sentar novamente para tratar dessa reivindicação”, garante o presidente.
 
 Durante votação, a maioria dos trabalhadores aceitou a proposta feita pelos empresários, que dispõe de reajuste salarial de 9,4%, aumento de 8,33% em gratificações por risco de vida e ticket de alimentação de R$ 17 por dia. Os vigilantes têm até às 22h de hoje para retornarem aos seus postos de trabalho. A paralisação durou quatro dias e prejudicou o funcionamento de agências bancárias, hospitais, zoológico e centros de exposições.

O Sindicato dos Vigilantes do DF (Sindesv-DF) reivindicava ticket de alimentação de R$ 25 por dia, 15% de reajuste salarial, além do reajuste de 8,33% em gratificações por risco de vida.
 
 
Quanto isso em São Paulo SP.
 
 
 

Greve do Metrô e da CPTM hoje afeta milhões de pessoas!

23/05/2012
 
Paralisação afetará duas linhas da CPTM; no metrô, só linha 4-Amarela, privatizada, vai operar
Em assembleias realizadas na noite de ontem, os funcionários do Metrô e da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) decidiram entrar em greve a partir da 0h de hoje.  
 
Os metroviários pedem reajuste salarial de 5,13%, 14,99% de aumento real, vale alimentação de R$ 280,45 e reajuste de 23,44% para o vale refeição. A Linha 4-Amarela, operada pela iniciativa privada, deverá funcionar normalmente, informou a concessionária ViaQuatro. Em nota, a Secretaria Estadual dos Transportes Metropolitanos informou que “mantém canal de diálogo aberto com as entidades sindicais representativas dos funcionários da CPTM e do Metrô” e que “a proposta feita às duas categorias é de reajuste com reposição integral da inflação mais 1,5% de aumento real a partir das respectivas datas-base”.

A única linha do Metrô que não será afetada é a 4-Amarela, privatizada.

As duas linhas da CPTM que não devem circular hoje são a 11-Coral e 12-Safira. Hoje à tarde, o Sindicato dos Ferroviários de São Paulo tem uma nova assembleia, e outras linhas do sistema podem aderir à paralisação.

No Metrô, a greve foi deflagrada após uma audiência de conciliação no TRT-SP (Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região) terminar sem acordo.

O TRT exigiu que haja funcionamento de 100% do efetivo das 5h às 9h e das 17h às 20h, e 85% nos outros horários. O descumprimento renderá multa de R$ 100 mil ao Sindicato dos Metroviários.

Os metroviários querem 5,13% de reposição salarial e 14,99% de ganho real. Já os ferroviários exigem aumento de 7,05%. Em ambos os casos, a Secretaria de Transportes Metropolitanos ofereceu 1,5% de aumento real.

Rodízio é suspenso

A CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) informou que o rodízio municipal de veículos será suspenso nesta quarta. Os carros com placas finais 5 e 6 estarão liberados para rodar.

A SPTRans (São Paulo Transporte) vai acionar o sistema Paese (Plano de Atendimento entre Empresas de Transporte em Situação de Emergência). As linhas que trafegam rumo às estações de Metrô serão estendidas até a região central, segundo a empresa.

Os paulistanos que dependem de transporte público voltam a sofrer com ele uma semana após um acidente grave e inédito na linha 3-Vermelha do Metrô, quando dois trens bateram e 103 passageiros foram levados a hospitais.
 

Informativo: METRÔ MANTÉM NEGOCIAÇÃO

Fonte: www.metro.sp.gov.br

Em razão da greve deflagrada pelo Sindicato dos Metroviários para amanhã, dia 23, a partir da zero hora, a Companhia do Metrô acionará o PAESE (Plano de Apoio entre Empresas de Transporte frente a Situações de Emergência) para minimizar os transtornos que serão causados aos quatro milhões de usuários e à população em geral.

Estamos no meio de uma negociação que não está finalizada. O momento ainda é de negociação e a prioridade é o atendimento à população e aos quatro milhões de usuários do Metrô.

A assembleia realizada hoje à noite pelo Sindicato dos Metroviários não aceitou a proposta de 5,71% (índice IPC/FIPE mais 1,50% de aumento real) de reajuste salarial oferecida pela Companhia do Metropolitano de São Paulo-Metrô, além de reajuste de todos os benefícios. O Metrô hoje já pratica salários compatíveis com o mercado, além de propiciar amplo leque de benefícios aos seus empregados.

Em reunião de conciliação entre o Metrô e os dois sindicatos representativos da categoria, na tarde desta terça-feira (22), o Tribunal Regional do Trabalho determinou que 100% da frota funcione nos horários de pico (das 5 às 9h00 e das 17 às 20h00) e a manutenção de 85% da frota nos demais horários. Além disso, estabeleceu a proibição de “liberação de catracas”. O descumprimento das determinações acarretará multa de R$ 100 mil diários aos sindicatos.
Com o anúncio de greve, a SPTrans deverá desintegrar as linhas de ônibus dos terminais urbanos, para que os coletivos cheguem até o centro da cidade.
A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) é igualmente acionada para montar esquema especial de trânsito.
À Policia Militar caberá o reforço do policiamento.
A Companhia do Metrô preparou um esquema especial para garantir o acesso dos seus empregados aos postos de trabalho e alertou a todos os funcionários sobre a responsabilidade de manter os serviços essenciais que atendam às necessidades inadiáveis da sociedade.

Metroviarios do Metro Hoje
 
Categoria bem remunerada

Hoje, os metroviários possuem um salário médio de R$4.060,00, além dos benefícios oferecidos a todos os empregados, como:
  •  Ticket R$ 19,87 Vale-Transporte – Critérios de concessão previstos na legislação
  • Auxílio Creche-Educação – Valor de R$ 334,58 – até 6 anos, 11 meses e 29 dias
  • Assistência Médica- Convênio com Médicos e Hospitais – METRUS
  • Licença amamentação- Duas horas diárias pelo prazo de até 180 dias (após o nascimento)
  • Seguro de Vida – Proporcional à faixa salarial
  • Restaurantes nos Pátios de Manutenção (Pátios Itaquera e Jabaquara);
  • Auxílio Alimentação (cartão supermercado) – R$ 150,00
  • Auxílio Refeição- 24 cotas de R$ 19,87;
  • Participação nos Resultados- PLR- Pagamento de parte fixa + 40% do salário nominal (equivalente a um 14º salário)
  • Bilhete de serviço – liberalidade para utilização de Metrô e Trem CPTM;
  • Subsídio parcial em alguns medicamentos especiais – Subsídio 80% no valor dos medicamento oncológicos, hormonal congênito e HIV
  • Auxílio funeral – Valor correspondente ao padrão "urna standard"
  • Assistência Odontológica (opcional);
  • Previdência Suplementar (opcional);
  • Convênio com Instituições de Ensino, para obtenção de descontos aos metroviários e dependentes legais – Escola conveniadas – descontos mensalidades +/- 10% ou desconto na matricula.
 

sábado, 14 de abril de 2012

A Revolução dos Bichos O filme!

SUÉCIA - PAÍS JUSTO

Suécia possui padrão de ecoeficiência para florestas

Empresas que exploram a madeira plantam quatro árvores para cada uma que é derrubada
Fonte: R7

 

Na Suécia, país que é considerado o "Reino Verde", empresas que exploram madeira são obrigadas a cumprir padrões para conquistarem o selo de Floresta Sustentável. Na luta contra o aquecimento global, as companhias locais devem plantar quatro árvores para cada uma que é derrubada. O resultado de tanta preocupação deu certo. Em cem anos, a Suécia conseguiu duplicar sua área verde.

sábado, 24 de março de 2012

Jornada de trabalho de vigilantes afeta saúde física e mental


Data: 14/10/2010 / Fonte: Redação Revista Proteção


Ilustração: Gabriel Renner


Jornadas longas, sem intervalos fixos, agressões, xingamentos, metas e pressão. Esta é a realidade de muitos vigilantes, profissionais que mesmo atuando com porte de arma, não tem um acompanhamento psicológico.
A constatação faz parte de um levantamento publicado em livro no mês de setembro e realizado por pesquisadores da PUC Minas (Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais) e da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais). O estudo contou com observação de rotinas de trabalho, questionários respondidos por 1.232 profissionais e entrevistas verbais com 202 seguranças de segmentos variados (transporte de valores, eventos, indústrias, comércio, instituições de ensino, bancos). Jornada exaustivaAlterações no metabolismo, perda ou ganho de peso, dores no pescoço e nos membros inferiores, varizes e complicações renais são alguns dos problemas de saúde que atingem os profissionais de segurança, segundo a pesquisa realizada em Minas Gerais. Os resultados mostraram que muitos vigilantes permanecem em pé durante um expediente de 12 horas, utilizando coturnos desconfortáveis e, às vezes, sem realizar as 36 horas de descanso necessárias após cada turno. "Ainda que eles descansem, não consideram a jornada positiva. Durante as entrevistas verbais, eles dizem que o calçado parece uma ferradura. Além disso, há problemas na composição da equipe: os gestores revezam os funcionários entre os setores sem aviso prévio" atesta o professor da PUC Minas que coordenou o estudo, Carlos Eduardo Carrusca Vieira.Desgaste mentalAlém das implicações na saúde física, a forma de organização do trabalho, as tarefas com tempo delimitado e o tratamento do gestor e do público com o profissional contribuem para o desgaste mental. Para planejar as metas de produtividade dos vigilantes de carro-forte, os gestores estimam que o funcionário vai gastar em torno de 7 minutos no abastecimento do caixa-rápido. "Quando ele chega na condição real de trabalho, ele encontra o caixa estragado, o trânsito engarrafado e acaba tendo de realizar jornada extra. Para não fazer paradas, muitos optam por almoçar dentro do veículo e urinar em garrafas pet", revela o pesquisador. Os dados evidenciaram também casos de Transtorno do Estresse Pós-Traumático e falta de assistência psicológica. "Verificamos vários problemas em termos de saúde mental no trabalho, gerados por situações de abordagens criminosas, agressão e xingamentos por travamento de porta giratória. Eles deveriam ter um atendimento psicológico quando ocorre um incidente dessa natureza, mas as empresas não entendem isso como um acidente de trabalho", afirma Vieira.AnáliseA motivação para o estudo surgiu após a realização da dissertação de mestrado do coordenador da pesquisa. Na época, o Sindicato dos Vigilantes travava um entendimento com o Ministério Público do Trabalho para aplicação da verba oriunda de uma multa aplicada em uma empresa de vigilância em um projeto que beneficiasse a categoria. "Isso me estimulou a realizar esse novo projeto para analisar de forma mais abrangente a rotina dos profissionais de segurança, considerando a saúde física e mental", explica Carlos Eduardo. Os resultados foram apresentados no II Seminário Estadual sobre Condições de Trabalho e Saúde dos Vigilantes e Trabalhadores de Empresas de Segurança e Vigilância do Estado de Minas Gerais, com apoio da Procuradoria Regional do Trabalho da 3ª Região. Para acessar a publicação na íntegra, clique aqui.